A 17ª Parada LGBTI+ da Maré já começou — e o primeiro dia tem sido marcado por escuta, memória e produção coletiva de conhecimento.
Até aqui, a programação formativa reuniu lideranças comunitárias, pesquisadoras, movimentos sociais e representantes institucionais para debates fundamentais sobre corpos, raça, justiça reprodutiva, reparação e bem viver, sempre a partir da realidade da favela.
O dia começou com a mesa de abertura, seguida pelo lançamento do Boletim do Observatório de Violências LGBTI+, trazendo dados e reflexões construídas a partir das vivências da população LGBTI+ nos territórios periféricos. As mesas temáticas aprofundaram discussões sobre justiça reprodutiva para a população trans e sobre os caminhos de mulheres cis e trans na luta por direitos e dignidade.
Neste momento, seguimos com atividades formativas e espaços de incidência coletiva, reafirmando a Parada da Maré como muito mais do que uma caminhada: um espaço de formação política, memória institucional e construção de políticas públicas desde o território.
A programação do dia ainda segue, e esse é apenas um recorte do que está sendo construído coletivamente.
A 17ª Parada LGBTI+ da Maré, realizada pelo Grupo Conexão G, continua ao longo dos próximos dias, fortalecendo a favela como território de produção de saberes, cultura e futuro.
📍 Maré, Rio de Janeiro
📅 29 de janeiro a 1º de fevereiro
Dia 30 – Cobertura do Seminário Corpos Raça e Justiça Reprodutiva nas Favelas
